Depois que nove servidores públicos do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), regional de Pato Branco, foram afastados e dois chefes, um de Pato Branco e outro de Francisco Beltrão, foram exonerados no início do mês de abril, servidores públicos de outras regionais fazem rodízio para atender as demandas no escritório.

Segundo o Departamento de Comunicação da Presidência do IAP, existe a possibilidade da nomeação de um novo chefe para a estrutura, contudo, por ser tratar de um cargo de confiança, é preciso aguardar que o governador do Estado, Beto Richa, retorne de viagem.

Além disso, o Estado se encontra no limite prudencial, ou seja, não pode contratar ninguém no momento, pois está com os gastos da folha no limite. “Tem um parecer do Tribunal de Contas e do Ministério Público que não pode contratar ninguém até aumentar a arrecadação do Estado”. Sobre os servidores afastados pela portaria do IAP, o Departamento de comunicação do instituto informou que só poderão voltar depois que as sindicâncias — seis até o momento — acabarem.

Servidores
Enquanto não é nomeado o novo chefe e os servidores afastados não retornam aos cargos, equipes formadas por profissionais de outras regionais realizam as atividades no escritório de Pato Branco. Na semana passada, por exemplo, dois servidores de Cornélio Procópio, dois de Paranavaí e um de Francisco Beltrão atuaram na regional.