Através de uma denúncia, via 190, uma quadrilha estaria planejando um ataque contra o soldado Barbosa, policial que desempenha suas funções na 3ª Companhia de Coronel Vivida, mobilizou todo o 3º Batalhão, na madrugada de segunda-feira (11). Depois de um trabalho intenso a PM chegou até a pessoa de Helizandro Sousa Melo, 24 anos, conhecido como (carioca), nascido em Fortaleza - CE, com familiares no Rio de Janeiro e Adelar Rosa, 40 anos, morador na comunidade de Jacutinga.

Helizandro e Adelar são ex-presidiários, sendo que Helizandro foi preso em um hotel da cidade, e na casa do pai de Adelar a polícia encontrou uma espingarda calibre 20, um revólver calibre 32 municiado com 5 cartuchos intactos, um coldre, uma cartucheira, 17 munições calibre 20 deflagradas e 2 intactas e materiais para a recarga. O pai de Adelar assumiu como sendo suas as armas encontradas, ele foi levado para a Delegacia onde pagou fiança de dois mil reais e foi liberado. A polícia continua monitorando estas pessoas.

O soldado Barbosa que estava morando no interior de Coronel Vivida trouxe a família toda para morar na cidade, já que a tranquilidade, com estas ameaças, não existe mais. A suspeita é que Helizandro tenha ligação com o PCC, inclusive com participação de outras pessoas.

O suspeito Helizandro afirmou que não tem relação nenhuma com a história e nunca foi na casa de Adelar.

O soldado Barbosa contou que primeiramente a denúncia falava sobre um ataque à um membro da PM. Ao verificar a situação era ele mesmo o alvo. Ele acredita que por morar no interior do município, os suspeitos acreditavam que na casa do PM encontrariam armas e munições com mais facilidade. Barbosa contou que trouxe a família para a cidade até que se apure os fatos.