A Polícia Militar do Paraná (PMPR) já está utilizando o Taser 10, modelo de arma de incapacitação neuromuscular que reforça a atuação em ocorrências críticas. O primeiro uso foi registrado em 16 de agosto e, desde então, 32 boletins de ocorrência foram vinculados ao equipamento, incluindo situações de surto, ameaças à integridade de pessoas e até um caso de motorista embriagado que se recusava a parar de dirigir.
Segundo o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, a nova arma faz parte de um pacote de infraestrutura tecnológica para modernizar as forças de segurança: ?Esse armamento contribui para levar mais segurança à sociedade e a todos os envolvidos em ocorrências?, afirmou.
O capitão Erlington José Medeiros de Barros ressaltou que o equipamento é uma alternativa importante ao uso de armas de fogo: ?A arma pode contribuir para a preservação de vidas, tanto de civis quanto de policiais.?
Mais de 2 mil policiais militares já foram capacitados para utilizar o Taser 10, número que representa 67,2% da meta inicial de 3 mil profissionais nesta primeira etapa. A expectativa é que todos os treinamentos sejam concluídos nos próximos meses, consolidando o equipamento como padrão operacional da PMPR. O comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva, destacou a rapidez na adoção da tecnologia: ?Alcançar mais de dois terços da meta em tão pouco tempo mostra a seriedade da corporação. Estamos prontos para integrar a arma à rotina, garantindo resposta proporcional e segura em ocorrências críticas.?




